quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Desenvolvimento profissional

Sua empresa retém talentos? E você, investe em sua carreira?



Muitas empresas pregam que a falta de mão de obra é gritante. Verdade.

Muitos empregados reclamam que suas empresas não investem na mão de obra. Verdade.

A solução vem ocorrendo a uma velocidade em franca aceleração, mas quanto?

Empresas de porte médio para mais, investem cada vez mais no aperfeiçoamento de sua mão de obra, e também, aquelas que necessitam de maior especialização, prestadoras de serviços e indústrias de produtos tecnológicos, principalmente.

Jovens profissionais retardam sua entrada no mercado de trabalho, por um ou por outro motivo. Passam a investir mais na sua formação profissional.

As microempresas, assim como as pequenas e as médias, percebem que mão de obra despreparada, mas barata, não compensa. Também percebem, que desenvolver uma mão de obra especializada, pode até ser mais barato que adquirir mão de obra já especializada.

O problema, então, fica por conta de reter a mão de obra que está sendo formada e/ou desenvolvida.

Algumas empresas chegam a firmar contrato com seus empregados, na eventualidade de esses profissionais deixarem a empresa “antes da hora”, terão de ressarcir parte ou todo o investimento feito.

Qual a solução viável e imediata ou com retorno mais imediato possível?

Aquilo que imediatamente nos diferencia dos outros animais, a fala, ainda é o melhor remédio nos relacionamentos, inclusive os profissionais.

Quando a empresa conversa com seus profissionais, deixam claro onde querem chegar e quais serão os meios, esta passa a reter talentos com um pouco mais de facilidade. Se o relacionamento for confiável, o retorno é quase que imediato, depende de o quanto a empresa investiu em sua imagem interna.

Por resumo temos então, a empresa deve investir em sua imagem, um conjunto de atitudes, não apenas palavras, deverão permear suas intenções, quanto ao produto, quanto ao mercado e quanto ao seu quadro de profissionais. Criar um canal de relacionamento interno, não é fácil, não é rápido, mas é necessário.

Uma vez que tenha investido em um canal de comunicação interna confiável, o próximo passo é rever seus salários e benefícios. Sempre dá para melhorar um pouco mais, sem tanto onerar a empresa, até mesmo pelo motivo de o retorno vir quase que imediatamente. Equipe satisfeita produz mais e melhor. Sempre conversando e agindo, em uma mesma sintonia, em um mesmo ritmo, a um mesmo passo.

Está quase pronto, faltando apenas definir uma política de cargos e salários, definir claramente as responsabilidades de cada funcionário. Deve agora despertar nele um sentimento de utilidade, todos nós gostamos de ser úteis.

Agora vem a parte importante, definir para cada cargo ou função: quem ocupa, o que precisa saber, qual o perfil exigido, quais os conhecimentos deverá reter, quais os cursos e aperfeiçoamento serão possíveis e necessários. Daí então estimar quanto custam, onde buscá-los, quando oferecê-los.

Tendo a empresa criado um canal competente de comunicação, melhorado o nível salarial,e se possível, introduzido alguns benefícios, definido cargos e salários, e iniciado o investimento de qualificação profissional, terá sem dúvida alguma, vários passos a frente na retenção de mão de obra qualificada.

Faltando agora, apenas que os profissionais se disponibilizem, o que nem sempre é tão fácil quanto parece. Por vezes, algumas pessoas preferem enxergar apenas o salário como fator de retenção de mão de obra, e se esquecem de investir em si mesmo, ainda que seja apenas se disponibilizando. Depois que os anos avançaram consideravelmente, ou na busca de uma nova oportunidade, descobrem às duras penas, que o maior e melhor fator de retenção de talentos é o investimento no aperfeiçoamento profissional.





Por: Carlos R. Gomes

Dez/11.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Nada é 100% bom, nada é 100% ruim

Nada é 100% bom, nada é 100% ruim.


Para todo benefício há um porém, em tudo na vida, até hoje, não conheci nada que fugisse a essa regra.

Nossa humanidade sofreu grandes calamidades, naturais ou impostas por líderes (?) opressores. Mas resistimos a tudo!

Sempre que uma pequena minoria domina uma grande maioria, isso se faz pela administração do “pavor”, a minoria acaba cedendo ante a pressão do incontentamento da maioria.

De alguma forma (positiva), a parte mais fraca se mobiliza e interrompe seu sofrimento. O problema é que em muitas das vezes, o salvador se torna o novo opressor.

Somos escravos, sempre alguém decide por nós o que é (supostamente) melhor para nós.

O que me assusta, é o fato de que demoramos muito a nos rebelar, a buscar mudanças, e quando conseguimos, pouco tempo depois, nos esquecemos de que deve haver manutenção dessa condição obtida, é quando “baixamos nossa guarda”.

Importamos coisas de que não precisamos, de heróis a cintas delineadoras de corpo, tudo de forma lasciva.

Por vezes, nos esquecemos do que realmente é importante, de nossas bases, de nossos reais valores, de nossa cultura.

Somos empreendedores, somos criativos, possuímos uma incrível capacidade de adaptação, somos alegres, e somos sim, muito inteligentes, que ninguém duvide.

Constantemente importamos soluções prontas, criadas para situações e entidades diferentes das nossas. O pior é que aceitamos e alardeamos como soluções definitivas, e nos esquecemos do bom e velho remédio caseiro.

Como disse no início, nada é 100% bom e nada é 100% ruim.

Acredito que tudo é possível, só depende de avaliações e adequações, além de uso moderado.

Reclamamos das “facetas políticas”, mas, pouco fazemos para mudar, muitas vezes voltamos a eleger aqueles que já nos deram provas negativas.

Devemos deixar de nos comportar como “gado”, a boiada pode estar seguindo para o matadouro. Devemos parar de achar que “ a galinha do vizinho é mais gorda”.

Diversos estudos mostram que a multidão é burra, o indivíduo é inteligente. Que o grupo tende a não tomar decisão no nível individual, relegando para outrem, seja para infligir dor, seja para salvar uma vida. E também, que em situações de extremo estresse, nossos instintos calam nossa razão e emoção, então, o resultado dependerá de nossa essência.

Não devemos esperar que o limite seja atingido, devemos buscar nosso crescimento, mas precisamos também, fortalecer os “pequenos”, os menos providos. É possível que todos tenhamos sucesso, ninguém tem que perder nesse jogo.

Podemos e devemos acreditar em nossa capacidade, podemos incorporar partes de outras culturas (fizemos isso no passado), desenvolver soluções próprias e mais adequadas à nossa realidade.

Temos muito que aprender, mas também temos muito a ensinar.

Não somos 100% bons, mas, também não somos 100% ruins.





Carlos R. Gomes

Fev/2010.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

O autoritarismo, a autoridade e a liderança

O autoritarismo, a autoridade e a liderança:


- Autoridade como Poder Legítimo

De acordo com Norberto Bobbio, filósofo e historiador (1909-2004), a segunda e mais comum definição de Autoridade considera que nem todo o poder estabilizado é Autoridade, mas somente aquele em que a disposição de obedecer de forma incondicional se baseia na crença da legitimidade do poder. Ou seja, o poder da Autoridade é considerado legitimo por parte dos indivíduos ou grupos que participam da mesma relação de poder. Sob esta ótica, a Autoridade tem o direito de mandar e os subordinados o dever de cumprir com as diretrizes proferidas pela Autoridade, portanto, na Autoridade é a aceitação do poder como legítimo que produz a atitude mais ou menos estável no tempo para a obediência incondicional às diretrizes que provêm de uma determinada fonte.

Obediência torna-se durável mas não permanente pois de tempos em tempos a legitimidade do poder desta autoridade sofre a necessidade de ser reafirmada.

A exacerbação da Autoridade cria os Autoritários. A pessoa que manda, deve construir a sua autoridade durante o tempo que está a frente de um grupo ou exercendo um cargo que lhe permite ter pessoas subordinadas, para que possa vir a ser referência para os outros, pelo seu modo de ser e de agir. O abuso de autoridade acontece quando alguém, com poder de mando, faz uso de critérios particulares para fazer valer a sua vontade.

O autoritarismo, prática do autoritarista, surge quando o caos, a desorganização se instala, pois, apenas em um ambiente de desorientação de um grupo de indivíduos é propício ao surgimento de tal personalidade. Diante de uma autoridade fraca, inepta, ou mesmo pela ausência de autoridade, se inicia o caos, a desorientação, que não encontrando líderes natos e legítimos, permitirá a instalação do autoritarismo.

As pessoas precisam se sentir seguras, motivadas, reconhecidas em suas singularidades e de razoável conforto. Um grupo de pessoas irá alimentar estes anseios e acrescentará o sentido de união, onde o indivíduo é importante, mas o grupo não pode ser esquecido.

A liderança só pode surgir dentre um grupo que tenha singularidades, pessoas afins, com os mesmos objetivos, mesmas obrigações, mesmos anseios. O líder surgira por suas ações, suas convicções e suas atitudes. A ação organizada e lógica, aceita pelo grupo, ou pela maioria dos indivíduos do grupo, fará com que o indivíduo seja visto e aceito como líder. Se tornará líder aquele que, além de compartilhar os mesmos sentimentos, parta para a ação, sem ação não há liderança, não haverá líder, apenas conselheiro.

A liderança não é uma aptidão nata, pode ser desenvolvida e aperfeiçoada, mas jamais sem uma forte e controlada dose de empatia.

Um autoritarista poderá ter autoridade notória, mas, poderá também, ser aquele que deseja ser autoridade, poderá ter sido um líder, não mais o é e não mais o será.

Uma autoridade pode ter sido um líder, pode se tornar um autoritarista (o que é ruim) ou poderá vir a se tornar um líder (o que é bom).

O verdadeiro líder não pode ser autoritário, mas pode ser uma autoridade.

O líder não precisa ser autoridade, mas a autoridade precisa ser líder, se não o for, uma aliança bem sucedida trará enormes benefícios para todo o grupo e todos os grupos de dependência comum.

“O forte rei faz forte a fraca gente”. Luiz Vaz de Camões.

Por Carlos R. Gomes
janeiro de 2010

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

As escolhas que fazemos

As escolhas que fazemos
A vida não nos oferece um manual de uso, não explícito, não conciso.
Ao longo de nossa vida fazemos escolhas, algumas certas e outras erradas, das escolhas certas, algumas vezes por sabedoria, outras por puro acaso. Quanto às erradas, com sabedoria tiramos proveito, aprendemos lições, saímos mais fortalecidos, mais sábios.
No início de nossas vidas, contamos com a sabedoria de nossos pais, porém, sempre precocemente deixamos de ouvi-los, e passamos a fazer as escolhas por nossa conta e risco.
Os estudos nos habilitam a errar menos, nos ensinam a avaliar as possibilidades, os riscos, as alternativas. Mas, não existem estudos para algumas escolhas que precisamos fazer.
A vida está sempre pronta para nos ensinar, contamos com o livre arbítrio, aprendemos por amor e também pela dor.
As escolhas que fazemos, as que erramos, para nós podem ter sido erradas, para outros, estas mesmas escolhas erradas, podem se mostrar como escolhas acertadas e vice-versa.
É certo que raramente podemos consertar nossos erros, quando podemos, temos dúvidas se devemos.
Existem escolhas, que em primeiro momento, se mostram acertadas, porém, tempos depois, nos mostram ser, não erradas, mas as menos indicadas.
Algumas de nossas escolhas, ainda que sabidamente, não sejam as melhores para nós, mas precisam ser as escolhidas, seguimos em frente então.
As consequências nem sempre guardam relação com as escolhas que fazemos. Algumas vezes, pequenas escolhas, nos trazem grandes transtornos, bem como, grandes escolhas, nos devolvem pequenos resultados.
Fazemos escolhas, que rapidamente nos trazem os resultados, esperados ou não, outras, levam tempos para se mostrarem como certas ou erradas.
Certo é, ninguém acerta o tempo todo, ninguém erra por querer. Todos nós acertamos, e todos nós erramos.
Pode ser que alguém diga, que com o tempo erramos menos, eu digo que erramos menos, mais por arriscarmos menos do que por acertarmos mais. O temor dos erros, invariavelmente nos leva a tentar menos. Será que é certo? Ou será que devemos tentar continuar a acertar, mesmo com o risco de errarmos mais.
Eu digo, devemos continuar a fazer escolhas, devemos temer os erros, mas isto não pode nos impedir de continuar a buscar os acertos. Alguém um dia se beneficiará positivamente de nossos erros, então, terá valido a pena!

Por: Carlos R. Gomes

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A Adhocracia, o Berline Mauer e o Marketing

A adhocracia, o muro de Berlim e o Marketing
Adhocracia
Segundo Alvin Toffer, a adhocracia ou "adocracia" é um sistema temporário variável e adaptativo, organizado em torno de problemas a serem resolvidos por grupo de pessoas com habilidade e profissões diversas e complementares. Se constitui em uma opção à tradicional Departamentalização. <http://pt.wikipedia.org/wiki/Adhocracia.>
O termo teve origem nas “forças-tarefas” militares para enfrentar situações de forma rápida.
Os grupos e equipes são cooperativos, resolvem problemas e desempenham o trabalho. Os membros das equipes ou grupos, costumeiramente, apresentam características comuns.
O Muro de Berlim
O muro de Berlim ou “Berliner Mauer” serviu para simbolizar a divisão mundial entre o regime capitalista e o regime socialista, mais do que dividir a cidade de Berlim.
Começou a ser construído na madrugada de 13 de agosto de 1961, e sua derrubada teve início no dia 9 de novembro de 1989, em sinal da reunificação das duas Alemanhas.

As empresas apresentam seus “muros”, não fisicamente, não os que cercam suas propriedades, mas intelectuais, que impedem a participação cooperativa. Tais “muros” são privativos, privam a parceria, o uso mais amplo do sentido de administração e da prática do marketing.
Os “muros” a que me refiro não são visíveis, mas são perceptíveis.
Não se sabe quem os criou, mas precisam ser rompidos.
As empresas precisam romper seus “muros”, aprenderem a trabalhar em conjunto, fazer um bom uso da adhocracia.
A área de Marketing deve levantar os dados sobre os produtos que apresentem semelhanças aos de sua empresa.
Algumas questões precisam ser respondidas, tais como, quais as empresas que oferecem produtos que não concorram com os produtos de sua empresa, mas, que sejam oferecidos aos mesmos clientes de sua empresa; em quais clientes seria possível uma ação conjunta. O pessoal da área de Vendas sabe muito bem como obter tais informações.
A área de Marketing deve elaborar um estudo que aponte, onde e como uma parceria seria viável. Parceria presume que ambos os lados obtenham vantagens competitivas.
Vamos, apenas a título de exemplo, vislumbrar uma parceria entre uma empresa que produza azeite, com uma empresa que produza vinagre. E que ambas possam direcionar ações de marketing e/ou merchandising em redes de supermercados ou restaurantes. As possibilidades são imensas.
Muitos outros exemplos podem surgir, uma parceria entre empresas transportadoras para ampliar sua atuação dentro de uma determinada região, cito esse exemplo em meu livro “ Marketing, Telemarketing & E-Commerce”.
As empresas devem se unir, formar “forças-tarefas”, e quebrar seus “muros”, “muros” que insistem em separar forças. Ganham as empresas, ganham os clientes.

Por Carlos Roberto Gomes

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Espionagem, Marketing & Vendas

Espionagem, Marketing & Vendas
O serviço de espionagem tem por objetivo a busca de dados, fatos e informações estratégicas.
O Marketing objetiva colocar a empresa em contato direto com consumidores alvo.
Vendas busca oferecer produtos e serviços com valor agregado aos consumidores alvo da empresa.
Quando a área de Marketing faz uso da espionagem politicamente correta, de forma a municiar seus soldados (corpo de vendas) com as melhores informações sobre o comportamento do campo de guerra (mercado), a empresa passa então, a ter uma chance muito maior de obter êxito na batalha pela sobrevivência no mundo dos negócios.
Detalhes do campo de batalha, acidentes geográficos, facilidades de locomoção, pontos estratégicos para reabastecimento, logística possível, rotas alternativas.
Quem são e quantos são os habitantes locais, usos e costumes, linguagens e dialetos, idade média, sua distribuição geográfica, formas de comunicação, cultura, suas crenças e suas tendências a mudanças.
Quais são as armas do inimigo, quais os seus números, seus pontos fortes e pontos fracos, qual seu histórico, qual a sua localização exata, áreas dominadas, e qual será o seu próximo passo.
A área de vendas deve se tornar-se uma fonte de informações necessárias, está constantemente no campo de batalhas, não podem ser soldados de execução, devem estar bem preparados. De volta ao QG devem atualizar e se atualizar.
As demais áreas da empresa devem dar apoio, mas, também se servir de tais informações. A integração interna deve ser completa.
A área de RH deve recrutar bons soldados, que entendam a “causa” da batalha, devem estar engajados, precisam ser treinados e motivados, além de bons soldos.
A área de Suprimentos deve estar atenta tanto à qualidade de suas compras, quanto ao valor final após a disponibilização do produto final. Não pode ser bom e caro, mas sim, bom e barato com qualidade.
Os objetivos básicos das ações de marketing devem ser: Interferir minimamente no campo de batalhas, estar um passo à frente do inimigo, sofrer o mínimo de baixas, reverter favoravelmente os pontos negativos, conquistar o máximo do território, manter sua bandeira no ponto mais alto.

Por: Carlos R. Gomes

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

A água e a informação

A água e a informação
Ao longo da existência humana, em momentos diferentes, nossa existência dependeu de determinado bem.
Não querendo abrir polêmica acerca das veracidades comprovadas ou não cientificamente, vamos utilizar como válidos certos argumentos.
Há quem acredita que nossos primeiros processos de evolução, somente ocorreram pela falta de alimentos, na busca por novas fontes, deixamos nossa área de conforto e passamos a enfrentar múltiplos desafios.
Nossa habilidade em utilizar melhor os dedos, levou-nos a experimentar novos e mais nutritivos alimentos, há destaque para o tutano.
Para não delongar muito, nossa missão incorporou a necessidade de terras.
Para continuar a nos movimentar, passamos a buscar incessantemente por combustíveis, o petróleo passou a ter suma importância.
Descobrimos a nossa forte relação com a água, e a nossa incapacidade de melhor aproveitar um recurso, por um lado abundante, por outro tão escasso. Tão útil para a existência humana, quanto o ar que respiramos e o alimento que ingerimos. Podemos afirmar, sem medo de errar, que todo o nosso futuro depende deste líquido, sem cor e sem cheiro.
A predominância de uns poucos sobre muitos, por terem em maior quantidade, o que em cada momento era vital, sempre existiu entre nós.
Tenho a forte convicção, que o que nos propiciou evolução, foi a informação.
Por sorte, esse recurso não está escasso, é abundante, sofre transformações e se multiplica facilmente.
Surge então, sobre esse assunto, um novo paradigma. Se é de relativa facilidade a sua obtenção, como sobrepujar a maioria?
A mim parece que, quem não souber fazer uso desse recurso, não souber partilhar, estará fadado a fazer parte da minoria.
Antes, é preciso saber garimpá-lo. A sua obtenção requer esforço e investimento. Precisa conhecer bem esse recurso, pois, “nem tudo que brilha é ouro”. E mesmo o ouro precisa sofrer transformação, tirar-lhe as impurezas para apurar o real valor.
A humanidade precisa desesperadamente de água e de informação. Já as empresas, precisam avidamente de informação, não apenas obtê-la, mas sim, prospectar, processar, transformar e distribuir adequadamente, tanto interna, quanto externamente.
O que a sua empresa vende? Produtos? Serviços?
Venda informações, e entregue junto produtos e/ou serviços!
Por: Carlos R. Gomes